A mulher, o homem e o amor

Mentira quem diz que os tempos mudaram. Para a mulher melhorou minimamente mas não drasticamente. A verdade é que a mulher continua a ser em parte uma submissa.
Felizmente o mundo do trabalho permitiu à mulher ser mais autónoma e não depender do homem para tudo.
Mas será que a nível sentimental a mulher conseguiu tornar-se mais narcisista e pensar menos no bem-estar dos outros? Na minha opinião, não.
Uma mulher que seja mãe coloca todas as prioridades nos filhos, o que para o bem-estar deles é capaz de viver uma vida que não sonhou mas conforma-se e vive-a um dia de cada vez.
Uma mulher sem filhos apesar de ter mais disponibilidade para ir contra as leis do “amor” acaba muitas vezes por achar que sozinha não irá se safar.
A sociedade também não é amiga da mulher, em vez de abrir portas e ajudar torna-se preconceituosa e crítica.

Por outro lado, existe o “amor”…Sim! Enquanto um homem é capaz de ser extremamente frio para a mulher e colocar o orgulho acima de qualquer sentimento a mulher pelo contrário coloca os sentimentos acima de si própria.
Podem dizer-me que agora já não é assim, que a mulher tem amor-próprio e procura valorizar-se, e eu digo, da boca para fora. Conta-se pelos dedos as mulheres que tiveram coragem de abandonar o barco.
Não quero dizer com isto que a mulher é fraca, muito pelo contrário, a mulher é um ser enorme, capaz de transformar o mundo dos outros para melhor e deve ser enaltecida pois é capaz de organizar uma casa, ter um emprego e cuidar da família.
Três tarefas gigantes para uma só pessoa.
                            


Rendas, Bordados e Croché

Estes quatro modelos da Zara enchem-me os olhinhos.
rendas,croches e bordados
Apesar de não ter muitas peças com bordados, rendas e croché, sou uma apreciadora deste tipo de vestuário e se fosse possível adquiria os modelos sem hesitar.

Gosto dos decotes profundos e estes detalhes para além de darem beleza à peça permitem não mostrar demais.

No outro dia aproveitei uma promoção da Mango e comprei este modelito nos dois tons.
rendas, bordados e croché
Vestem super bem e podem ser usados em diferentes ocasiões.Claro que se tratam de t-shirts mas são extremamente versáteis. Podem confiar.

A Bicicleta Azul de Régine Deforges


A bicicleta Azul
Devia ter a idade da Léa Delmas quando li o livro “A Bicicleta Azul”. Era verão quando a minha mãe me deu este livro para ler. Ao inicio olhei para ela de canto, o livro tinha uma grossura considerável para quem quer aproveitar o verão de outra forma, mas a verdade é que desapareceu num piscar de olhos. Simplesmente devorei-o.

Para mim a Léa representa a rapariga que todas sonhamos ser na adolescência. Livre, corajosa, heroína, com uma sede de viver tremenda, e na minha imaginação ela era bela, atrevida e transpirava charme. Com ela e o misterioso François Tavernier descobri o erotismo, com ela e Laurent vivi um amor não correspondido, com ela descobri a coragem e a raiva de combater o mal na Segunda Guerra.
Simplesmente estremeci.

Uma verdadeira história de amor, obsessão e sobrevivência.





Para quem ler este livro vai se lembrar do filme “E tudo o vento levou”. A escritora Régine Deforges inspirou-se no livro de Margaret Mitchell constituindo-o como base do seu romance. Plágio ou não, eu adorei o livro.

A bicicleta Azul trata-se de uma trilogia ao qual se juntam os livros “A vontade de viver” e “O sorriso do Diabo”.

SINOPSE
1939. Bordeaux, França. A jovem Léa Delmas, de 17 anos, desperta para o amor e para o sexo. Mas o início da Segunda Guerra Mundial interrompe bruscamente a alegria da sua juventude. Léa se vê obrigada a enfrentar a dura realidade da violência, a conviver com a ocupação nazista e, ao mesmo tempo, com as inquietações de uma paixão arrebatadora. A autora Régine Deforges recria o drama da família Delmas na luta pela sobrevivência e leva o leitor por uma viagem ao mundo das sensações e descobertas da mocidade. 'A bicicleta azul' é o primeiro romance da série de mesmo título.

Look #1 - Beatrice Borromeo

Beatrice Borromeo é para mim uma das personalidades com mais estilo e bom gosto que tem a minha geração.  É sempre das mais bem vestidas quando se trata de um evento. No entanto, os looks que mais aprecio nela são os casuais. 

Este look que saiu recentemente na revista Hola é para usar e abusar. Apesar do outfit descontraído, o colar e o blazer dão um toque final mais selecto.         
Beatrice Borromeo - Casual look

Aproveitei para cuscar os sites e cá temos o Look #1 Beatrice Borromeo

Blazer: Zara
T-shirt: Zara
Jeans: Stradivarius
Sapatilhas: Adidas Superstar
                          


Um pormenor faz toda a diferença

Não sou nada adepta da Pandora, aliás, detesto tudo que esteja extremamente na moda e que em cada esquina uma pessoa tenha o mesmo produto, mas desta vez fiquei completamente rendida a este colar da Coleção Outono 2015.
                                                                  

Já me consigo imaginar com um pendente destes. A elegância e brilho que daria a um básico outfit.

Será uma peça a pensar como prenda de Natal.



Nome de Código Leoparda de Ken Follett

Quando era jovem era uma amante incondicional dos livros de Nicholas Spark, no entanto, com o passar do tempo comecei a ficar enjoada de tanto romantismo. Alguns livros tinham uma pitada de suspense mas a maioria girava em torno de uma relação. Um dos meus preferidos sem sombra de dúvida, é o Diário da Nossa Paixão.

Wook.pt - Nome de Código LeopardaHouve um livro que me despertou interesse não pela história mas pela capa do mesmo. Trazia mulheres fardadas o que achei bastante interessante. O livro chama-se "O nome de código - Leoparda" de Ken Follett. Foi amor à primeira vista. Tem a sua quota de romantismo histórico mas o tema chave está relacionado com espionagem e guerra sendo mesmo baseado em factos verídicos.

A personagem de Flick é baseada na história de Pearl Witherington membro do Executivo de Operações Especiais.

Sou uma amante dos tempos de guerra, estando mais inclinada para as vivências da segunda guerra mundial e este autor faz verdadeiras apostas neste tema.

Um livro que recomendo.




SINOPSE
A duas semanas do Dia D, a Resistência Francesa planeia um ataque crucial ao maior centro de comunicações das tropas alemãs, instalado num antigo castelo em Sainte-Cécile. Na liderança desta missão está uma das mais valiosas agentes das operações especiais britânicas, Flick Clairet. A investida acaba por falhar e ter consequências devastadoras, deixando os alemães de sobreaviso. Abalada pelas baixas sofridas, a confiança de Flick começa a fraquejar. Impõem-se medidas drásticas. Flick sugere um plano arrojado: formar uma equipa exclusivamente feminina, as Gralhas, e infiltrarem-se no castelo disfarçadas de empregadas de limpeza. Entretanto, os alemães têm acesso a informações cruciais e já escolheram o seu alvo - a própria Flick. Arriscada e repleta de imprevistos, o sucesso da operação dependerá de quem souber esconder melhor os seus segredos.

Looks descontraidos - os meus preferidos!

A prioridade na minha maneira de vestir é o conforto.
Não gosto de me sentir apertada e muito menos andar toda torta.
Às vezes mais vale um calçado raso que andar a cambalear, porque simplesmente não se sabe usar uns tacões.
As calças de ganga são prioritárias no meu armário e os casacos de malha de todas as cores.

Gosto de um look casual mas que se adapte à profissão. Tenho muita sorte no meu trabalho não existirem exigências a nível de vestuário. Se queremos ir de sapatilhas não há problema algum, é só calça-los e pronto.

A minha inspiração de hoje é este conjunto da Zara...So cool, so kind, so chic...
Imagem 5 de BLAZER CREPE da Zara